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quarta-feira, janeiro 04, 2012

Armando Soares em entrevista.

A pouco mais de uma semana para a estreia da equipa sénior masculina do Clube Desportivo "Os Marienses" no Campeonato Nacional da 3ª Divisão de Futsal - Série Açores, aqui fica a entrevista do técnico Armando Soares concedida ao sitio regiaodesporto.com.

Região Desporto (RD): O Marienses é uma das 10 equipas que irá ficar para a história do Futsal Açoriano, pois estará na primeira edição da Série-Açores de Futsal. Para os menos atentos, Como surgiu o Futsal no Marienses?
Armando Soares (AS): Os Marienses tiveram sempre uma forte ligação ao Futebol 11, tendo em conta que o mesmo acabou em Santa Maria, o Clube quis que esta modalidade continuasse no Clube, no entanto não sou a pessoa certa para responder a esta questão.
RDQue balanço faz do campeonato realizado pela sua equipa na época transacta, que culminou com o título de campeão de Santa Maria, e respectivo apuramento para esta Série-Açores?
AS: Foi bom, conseguimos unir esforços para levar de vencido o Grande Rival “ Gonçalo Velho”, que tinha uma excelente equipa. No entanto não vencemos só o Campeonato, vencemos também a outra prova e até muito mais folgado, quando fomos para o último jogo praticamente tínhamos a prova ganha.
RDO objectivo da sua equipa era o título/conseguir este apuramento?
AS: Sim, senti que os atletas dos Marienses tinham uma vontade enorme em fazerem parte da História do Futsal  Mariense e por sua vez muito orgulho em serem os primeiros cagarros a estarem presentes numa primeira serie Açores.
RDO Campeonato de Santa Maria é somente disputado por três clubes, e num total de oito jogos. A sua equipa na época transacta conseguiu marcar 48 golos, marcando uma média de 6 golos por partida. No capítulo defensivo, consentiram 24 tentos, dando uma média de 3 golos sofridos por partida. Isto são números que por si só lhe agradam os aspectos a melhorar?
AS: Não vamos ter estes números como referencia para o futuro, trabalhamos muito para melhorar a equipe em todos os aspectos.
RDE nesta época de estreia quais os objectivos da sua equipa?
AS: Para ser sincero gostaria muito de ser campeão Regional, no entanto tenho a consciência que partimos de patamares diferentes, vamos ser humildes, fazer o nosso melhor e tentar dignificar ao máximo o Desporto Mariense e os seus Atletas.
RDEsta Série-Açores ficará também marcada por uma pré-época que começou em Agosto e terminou em Janeiro. Como foi o seu plantel vivendo esta longa espera pela estreia?
AS: Difícil, sem competição não foi fácil. Mas demos a volta por cima, inventamos, trabalhamos, mas a ansiedade é muita.
RDEsta Série-Açores será simplesmente um campeonato com uma fase regular a duas voltas. Acha que é o suficiente, ou deveriam existir play-off para apurar o campeão?
AS: Acho que é insuficiente o modelo, no entanto também sabemos que este poderá ser um modelo a evoluir.
RDNa estreia o Marienses desloca-se à ilha Terceira para defrontar o Posto Santo. O que espera desta partida?
AS: Não conhecemos a equipa do Posto Santo, é o primeiro jogo, no entanto estamos ansiosos  para começar.
RDTem o plantel que desejava para atacar esta Série-Açores?
AS: Sim neste momento temos o plantel ideal, com vontade e com bons tecnicamente.
RD: Quais as principais alterações no seu plantel da época passada para esta época?
AS: Muito significativas, vieram três dos melhores jogadores do Gonçalo Velho e um moço da terceira que neste momento se encontra a trabalhar em Santa Maria.
RDNa sua opinião quais os principais candidatos à conquista desta Série-Açores?
AS: Não sei, nem estou minimamente preocupado com este pormenor, como disse, Gostaríamos muito de gravar o nosso nome na História do Futsal Açoriano.
RDO facto de faltar algum conhecimento neste campeonato de ilha para ilha em relação aos adversários pode condicionar a primeira volta do campeonato?
AS: Claro, completamente, mas vamos ver jogo a jogo, e depois corrigir o que tiver de ser corrigido.
RDOlhando aos pavilhões existentes na ilha do Santa Maria, considera os suficientes para a prática da modalidade?
AS: Para a prática do jogo sim, mas na competente de treino estamos a ser muito prejudicados. 90% dos nossos treinos estão a ser feitos num pavilhão que nem vamos jogar lá, no entanto é assim que alguém vê o Desporto, falta de sensibilidade e conhecimento real do nosso trabalho e das nossas pretensões, mas cá estamos a treinar e a fazer o nosso melhor.
RDSão Miguel é a única ilha da região que alberga jogos da primeira divisão de Futsal. Considera isto uma vantagem em relação ás demais ilhas?
AS: Sim claro, mais experiencia, mais rodagem, no fundo mais tudo.
RDAgora que vai arrancar a tão desejada Série-Açores, que mensagem quer deixar aos sócios e adeptos do Marienses?
AS: Só peço que confiem em nós, e que o Complexo seja pequeno para levar os amantes da modalidade.
Foto: Arquivo

sexta-feira, dezembro 23, 2011

João Silva e o sonho da 1ª Divisão.


Este ano a assistir por fora mas sempre com a mesma emoção, João Paulo Silva tem ocupado regularmente um lugar entre os muitos adeptos que se deslocam ao Complexo Desportivo de Santa Maria para apoiar a equipa Sénior de Andebol do Clube Desportivo "Os Marienses". Contactado pelo DM, o capitão de equipa da época passada acedeu ao convite de responder a algumas questões.

DM - Depois de tantos anos a representar o CD Marienses inclusivamente a assumir o estatuto de capitão nos últimos tempos, como é estar a assistir por fora?
JPS - Ser capitão dos Marienses foi o melhor reconhecimento que podiam me ter dado. Quanto ao ver o jogo de fora, doi muito mas com orgulho da equipe, saudade e sofrimento em saber se corre tudo bem.
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DM - A decisão de não jogar esta época foi tomada antes de conquistada a subida de divisão ou depois? Pode-se ficar a saber qual foi o principal motivo?
JPS - Vou falar de minha pessoa, porque não posso falar dos outros evidentemente,  a minha razão, e com muito custo, teve haver com a minha vida pessoal, acabando as minhas habilitações literárias e também a construção de um futuro, mas é claro que faço questão de acompanhar a equipe e treinar com eles quando posso, parece que não, mas sofro muito por não estar com eles, sinto falta daqueles momentos únicos, tanto de glórias como em momentos amargos que nunca queremos, mas aconteçe, (falo claramente a nível desportivo), ajudei a equipe na subida, mas já tinha esse afastamento planeado antes de saber se subiamos ou não, mas é sempre com muito orgulho que vejo a nossa equipe fruto de todos nós. Tenho em mente o regresso na próxima época, a minha intensão era só esse ano, mas nunca poderá ser com dantes porque a idade avança e a vida pessoal exige mais de nós, mas espero muito no futuro vir dar mais alegrias aos Açores......
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DM - Não foste o único a sair. Além de ti outros jogadores (um no entanto já regressou) e dois dirigentes acabaram por colocar um ponto final na sua ligação ao clube. Na tua opinião achas que foi um "sair em grande" ou houve algo mais?
JPS - Em concreto, não sei  as razões das saidas, mas é sempre em grande que saimos de um clube como os Marienses.
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DM - Mas estando a equipa numa 2ª Divisão, acaba por parecer estranho que, por exemplo, a equipa técnica esteja reduzida e continue a não haver nenhum elemento ligado ao corpo médico no banco (por exemplo fisioterapeuta) ou não?
JPS - Isso para mim foi sempre um fator muito importante, mas julgo que essa pergunda deve ser colocada à direçãoe não a mim. Como atleta, limito-me a dar o meu melhor e o resto seja o que Deus quiser (risos). Apesar de ter uma opinião pessoal sobre isso, não pretendo divulgar. Morre comigo (risos).
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DMDobrada que está a 1ª volta da primeira fase, como vês a prestação da equipa na 2ª Divisão? Qual a análise que fazes aos atletas que vieram reforçar a equipa? 
JPS - Acho uma excelente prestação. Quanto aos reforços, para mim tudo o que vier dar melhorias a equipe é muito bem vindo e bem recebidos, quem lucra com isso é quem gosta de andebol.
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DM - Atendendo às lesões que surgiram , achas que se deveria ter avançado para mais reforços?
JPS - Isso ai é complicado de opinar porque naquilo que acompanhei nesse momento menos bom do clube em perder 2 bons jogares e com castigos pelo meio de outros bons, não achei grande diferença, porque temos um plantel de qualidade e souberam lidar muito bem com a situação, atingiram os objetivos, mas isso devesse muito a uma coisa. RAÇA  que existe numa equipe humilde, com muito carater e entrega......por isso lutamos contra tudo e contra todos, se não conseguimos mais é porque não nos deixam.......abraços a todos os Marienses e Açorianos. Em breve voltamos a ver-nos com muito orgulho e vontade. VIVA AOS MARIENSES.
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DM - Está mais do que provado que foi o Andebol que cimentou o nome do clube a nível regional e nacional. Não achas que o CD Marienses tarda em direccionar recursos para a modalidade? Ou és da opinião que ir mais além pode ser demasiado? 
JPS - Existir ambição é muito importante nas nossas vidas e na minha opinião, concordo plenamente que o clube deveria ir mais além, não ter medo de arriscar, porque temos provas dadas, agora, não existe nada sem dinheiro e se não for injetado dinheiro de forma a assegurar um boa estabilidade em projetos futuros, claro que não convém dar o passo mais largo que a perna, mas estaremos cá para ver,  quem o pode falar com mais formalidade nesse assunto será a direção só ela sabe aonde poderá chegar.  
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DMAté onde gostarias de ver chegar a equipa sénior do CD Marienses? 
JPS - Ao topo, lol 1ºdivisão, sonho de qualquer jogador, mas temos que ser realistas, para uma equipe que vive dos seus empregos, claro que a situação seria complicada, devido ás exigências de uma 1º divisão. Mas existe profissionais, tudo é possivel.
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.DM - Obrigado pela tua disponibilidade e votos de umas Festas Felizes.

domingo, maio 30, 2010

João Batista em entrevista.

A praticar a modalidade à sensivelmente dez anos e a frequentar o terceiro ano do Curso de Educação Física e Desporto na Universidade de Évora, João Batista atingiu o ponto mais alto desde que é jogador de voleibol. Após a conquista - inédita por terras de Gonçalo Velho - do título nacional da 2ª Divisão masculina e consequente subida à Divisão A2, o capitão do Clube Desportivo "Os Marienses" acedeu ao convite do DM e respondeu a algumas questões.

DM - Corrige-me se estiver a cometer algum equívoco. Esta foi a tua terceira época consecutiva na Serie açores. Quando te iniciaste no escalão sénior, alguma vez pensaste que hoje irias estar a festejar o título absoluto da 2ª Divisão ou quando se joga nestas séries só se pensa em fazer o melhor possível e não descer aos regionais?
JB - Sim foi a minha terceira época na Série Açores mas não consecutiva. Quando à 3 anos assinei pelo Clube Desportivo "Os Marienses", a equipa encontrava-se nos regionais.
Desde pequeno que eu e as derrotas somos incompatíveis. Se pensei que alguma vez poderia ser campeão nacional da 2ª divisão? Não vou mentir dizendo que não pois todos nós somos livres de sonhar certo? É óbvio que tinha consciência que seria difícil de realizar este sonho, principalmente atendendo às diferenças entre o voleibol praticado nos Açores e do Continente.
Já tinha passado por uma experiência semelhante quando fui campeão da Série Açores em 2006/2007 pelo Clube Ana. Mas as diferenças de plantéis na fase final nacional foram mais que evidentes, o que nos fez não ter a mínima hipótese de pensar no título.
No entanto, com o surgimento do projecto do CD Marienses percebi que poderia estar a abrir-se de novo uma porta para que o sonho se tornasse realidade. Algo que veio a acontecer e que me deixa muito feliz.

DM - Como capitão de uma equipa composta por elementos de reconhecido valor e experiência nas competições nacionais foi-te difícil assumir este papel ou passaste por alguma situação constrangedora?
JB - Sendo capitão de uma equipa com este valor e com os objectivos a que se propôs no início da época sabia que a minha missão não seria fácil, sei também que não sou o atleta que tem mais experiência dentro da equipa, mas como sou “da casa” o treinador optou por me dar esta responsabilidade e penso que não o desiludi neste aspecto.
Só tenho que agradecer aos meus colegas que sempre me facilitaram o trabalho. Porque embora o plantel não tivesse sempre junto como toda a gente sabe, o ambiente entre todos nós era e continua a ser, fantástico. Conseguimos criar um ambiente quase de como se fossemos uma família que nos fins-de-semana se encontrava, matava saudades uns dos outros e claro faziamos o que mais gostamos, jogar voleibol.

DM - Para além do título de campeão nacional propriamente dito, conquista-lo com uma equipa maioritariamente composta por atletas formados na Região Autónoma dos Açores é motivo de orgulho acrescido não é?
JB - Claro que é, isto também prova que o voleibol nos Açores deu, e continua a dar os seus frutos. Temos excelentes jogadores de voleibol nos Açores.
Espero que este título sirva também para cativar os mais jovens a praticar voleibol, porque são estes jovens que mantêm a modalidade viva no futuro, e se nós conseguimos ser campeões agora eles também podem vir a ser se trabalharem todos os dias com este objectivo.

DM - Na tua opinião achas que será possível manter todo este grupo para a próxima época com a mesma motivação e empenho demonstrado este ano?
JB - Eu penso que será possível manter o grupo, mas isto é a minha opinião. Porque agora que a época chegou ao fim é hora de começar a trabalhar na que se segue, trabalho que já se iniciou no que diz respeito precisamente às “renovações”. Penso que se houver algum atleta que não renove, será devido a questões de ordem pessoal ou profissional.
Isto também porque neste plantel, ao contrário do que se diz, não há ninguém remunerado, muito menos profissional.
Fico triste quando me dizem que existem algumas pessoas que ao invés de tentarem saber mais sobre este projecto que agora culminou com a conquista do Campeonato Nacional da 2ª Divisão, afirmam coisas absurdas em relação ao nosso grupo. Felizmente temos conseguido lidar com estas e outras situações, demonstrando que somos efectivamente uma "família" forte e unida.

DM - Sem avançar com nomes, tendo em conta o seu valor e as necessidades da tua equipa para a próxima época, vias com bons olhos a integração no vosso plantel de alguns jogadores marienses?
JB - É claro que via com bons olhos a integração de jogadores marienses na equipa, mas sabemos que demos um salto grande e precisamos de jogadores que tenham alguma “rodagem” coisa que em Santa Maria é um pouco difícil de encontrar neste momento.
Não me quero alongar muito em relação a este tema porque temo que venha a ser mal interpretado em relação ao valor dos jogadores da ilha. Queria apenas salientar o óptimo trabalho que os nossos júniores têm vindo a fazer e espero que assim continuem mas acho que ainda estão um pouco “verdes” (sem ofensa é claro) para a divisão que vamos disputar.
Já agora aproveito também para deixar os parabéns à nossa equipa “B” pela forma como trabalhou durante toda a época e pela forma extraordinária como se bateu diante do Clube Ana e que, infelizmente, no último jogo não conseguiu a vitória que daria o apuramento para o Campeonato Regional.
Na próxima época, se continuarmos a trabalhar como temos feito até agora, arrisco-me a dizer que vamos conseguir o apuramento.

DM - Uns fazem-no publicamente, outros nem tanto. Certo é que o vosso projecto para "atacar" a época 2009/10, não reuniu e continua a não reunir consenso geral. Achas que um sistema semelhante ao deste ano conseguiria responder às necessidades de uma divisão A2?
Como podem as tais opiniões menos favoráveis afectar a composição do plantel 2010/11?
JB - Para grandes desafios, grandes responsabilidades, este é o meu lema e sem dúvida o lema do clube.
Agora que a “poeira” já está a assentar é tempo de pensar no futuro. Na minha opinião acho que este sistema serve de base para a próxima época mas obviamente com algumas modificações mas esta é uma pergunta que poderá ser desenvolvida pela equipa técnica. A diferença entre uma Série Açores e uma Divisão A2 são grandes. Desde logo o nível das equipas, as viagens, na A2 os jogos são realizados todos os sábados, um em casa outro fora, entre outras coisas.
Em relação a essa história do projecto não reunir consenso, que há pessoas não veêm com bons olhos as contratações e ainda das opiniões menos favoráveis, isto acaba por ser uma espécie de “meter o dedo na ferida”, mas na ferida de quem escreveu tudo o que foi sendo publicado aqui (muitos em anonimato) e não só. Aproveito esta oportunidade para dizer que o objectivo dessas pessoas (destabilizar o grupo) não foi conseguido. Prova disso mesmo foi a maravilhosa e pesada taça que foi erguida em Famalicão no dia 25 de Abril pelos Campeões Nacionais da 2ª divisão – Clube Desportivo “Os Marienses” - fruto de muito trabalho e suor ao longo de uma época extraordinária onde não foi conhecido o sabor da derrota (23 jogos – 23 vitórias).
Se estas pessoas podem afectar a composição do grupo para a próxima época? De certeza absoluta de não. Desde o início que conseguimos distinguir os nossos apoiantes e os nossos adversários.
Para os nossos apoiantes quero endereçar um muito obrigado. Dedico este título a todos os marienses simpatizantes do clube, aos que gostam de voleibol e claro à minha família, em especial à minha mãe que sempre me apoiou e que se tornou numa presença assídua na bancada tanto nos sábados como nos domingos de manhã!

DM - Para uma divisão A2 manter os mesmos elementos da equipa técnica ou aumentar o quadro com alguém especializado noutras áreas?
JB - Como disse anteriormente, sabemos que esta divisão não pode ser comparada com a Série Açores, mas também tenho a consciência que os recursos (humanos) são escassos.
Na minha opinião o maior problema reside na sobrecarga do treinador. Como se sabe ele é responsável por mais do que um escalão bem como da Selecção Açores. Seré neste particular (técnicos) que penso ser urgente/necessário formar e garantir mais colaboração. Isto para que a modalidade não passe por dissabores num futuro.
Se me permites, para finalizar e em nome da equipa, quero agradecer a toda a direcção por todas as condições proporcionadas ao longo da época. Foram incansáveis connosco.
Felizmente, conseguimos agradecer com esta conquista e com o troféu que, presumo esteja na sede do clube. Isto o David não a tiver levado para a “serra” para meter ao lado da sua cama!
Quero agradecer também a todas as pessoas que acreditaram em nós e que, directa ou indirectamente, contribuíram para este sucesso do voleibol mariense.

Como diria o mister, “a união faz a força!”.

Obrigado ao DM por se ter lembrado de nós!

Cumprimentos a todos os marienses com saudades,

João Batista